Chama promove copa do mundo na empresa

Televisores espalhados pelo escritório permitem aos colaboradores assistir aos jogos

A cada quatro anos a vida do brasileiro é tomada por eventos importantes. E o primeiro deles é a Copa do Mundo. E isso ocorre não apenas pelo país ser o único a participar de todas as edições do campeonato ou por ser o maior vencedor, mas também porque o futebol é um dos traços mais marcantes do Brasil.

Diferentemente de empresas que optam por dispensar seus funcionários em dias de jogo da seleção brasileira ou que não permitem que o expediente seja encerrado, o Chama – marketplace que conecta revendedores de botijões de gás a clientes – decidiu conectar toda a empresa no evento mais importante do calendário mundial do futebol. Além da decoração, todos os funcionários têm acesso aos jogos pelos oito televisores espalhados no escritório.

“A gente sabia que os jogos seriam no meio do expediente e não podemos parar. Por isso, resolvemos trazer a festa para dentro do escritório. Pelos televisores qualquer um pode assistir aos jogos e, nos dias do Brasil, teremos comida, bebida e muitas cornetas”, explica Otávio Tranchesi, diretor de marketing do Chama.

Para ele, que em empregos anteriores acabou perdendo os jogos da seleção, uma das coisas mais legais que ocorreram desde o início da Copa do Mundo é o aumento de interação entre os colaboradores.

“Pessoas que normalmente não falam sobre futebol acabam conversando sobre os jogos, interagindo mais”, celebra ele, lamentando a ausência dos funcionários holandeses que geralmente estão no escritório e trariam um brilho diferente para a festa.

Otávio afirma que, por se tratar de uma start-up, os funcionários já estão acostumados a atuar com mais liberdade, seja em horário de trabalho ou em código de vestimenta. Por isso, sabe que qualquer um que precise trabalhar durante uma partida – inclusive do Brasil – vai cumprir com suas obrigações.

“No Chama tudo é bem transparente. Aqui não existem salas ou paredes e todos podem perguntar o que quiserem. Um dos nossos princípios fundamentais é nos comunicar com clareza. E, apesar de nunca ter ocorrido, se alguém passar do ponto, não tem problema conversar”, salienta.

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